A é para Apocalipse; Z é Zetsumetsu, extinção em japonês. As 26 letras do alfabeto são o ponto de partida para histórias macabras, sanguinolentas, bizarras, hilárias e surreais, de diretores dos quatro cantos do mundo. O filme abre com um curta do espanhol Nacho Vigalondo, que despontou para o mundo com a comédia sci-fi Cronocrimenes, em 2007. Daí em diante, vemos trabalhos de nomes como Thomas Cappelen Malling (de Norwegian Ninja), Ti West (de The House of the Devil), Simon Rumley (de Red, White & Blue), Srdjan Spasojevic (do polêmico A Serbian Film), Bem Wheatley (de Turistas), Xavier Gens (de Frontière(s)) e muitos outros.

O filme-coletivo é um cartão de visita ideal para se conhecer o cinema de cada um desses autores, que mostram aqui, no espaço de poucos minutos, o que os interessa no mundo do fantástico e do sobrenatural. Assim, vemos desde animações até falsos documentários, que vão desde vampiros a todo tipo de bizarrice que possa ilustrar nada menos que 26 maneiras de morrer.

Confira abaixo o trailer de O ABC da morte, um dos destaques da mostra Midnight do Festival do Rio 2013.



Voltar