Por: Ana Vigna

O debate de hoje (8/11) contou com a mediação de Eduardo Valente e com a presença de Gretel Marin e do compositor da trilha Rogério Sobreira, que comenta sobre ter sido um dos elos entre o filme que é rodado em Cuba e o Brasil, Gretel conta: “Trabalhei com um amigo meu de estudo em Paris, o Belém de Oliveira que fez a produção do filme e também quando o filme tava montado, ele não estava finalizado, faltava a musica e foi quando o Rogério criou a produção de som.”

O que no inicio parece ser apenas um documentários sobre Cuba, se torna algo muito maior, em El Ultimo País a diretora Gretel volta para sua cidade natal com o intuito de gravar tudo e todos em um momento importante de transição para a nação. Quando perguntada pelo público sobre ser uma das personagens do longa, Marin conta que tudo aconteceu da forma mais natural possível e que sempre teve uma ideia de que sim, seria um dos focos. Sobre a exibição do filme em Cuba, Gretel comenta que ainda não sabe se irá acontecer, pois acredita que existirá uma recepção bem ambígua e por isso a incerteza.

A conversa de encerra quando a mesa discute um momento muito significativo no filme, que é a percepção de liberdade exposta ali, Gretel fala: “Essa é uma questão um tanto difícil e pessoal…o que posso fazer com a liberdade é o que torna ela pública.”




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