Foi exibido nesta sexta-feira (13), o filme Fevereiros. O documentário fala ​sobre o enredo campeão do carnaval 2016 da Mangueira que prestou homenagem a Maria Bethânia, escolhendo como recorte principal a religiosidade da cantora, que é devota do catolicismo e do candomblé.  Após a exibição, os espectadores se surpreenderam com a entrada do mestre sala da mangueira e da porta-bandeira, Squel. 

A equipe do filme beijou a bandeira da escola e subiu ao palco para um debate que teve a presença dos diretores Marcio Debellian e Clara Cavour, o produtor Daniel Nogueira, e os carnavalistas Moacyr Barreto e Leandro Vieira. A historiadora Marília Trindade, que mediou o debate, começou falando, emocionada, sobre sua relação com a escola, a qual frequenta desde 1978. 

Leandro Vieira, compositor do samba-enredo tema do filme contou sobre seu processo de criação, “Eu queria falar do Brasil que eu acredito. Do Brasil que merece ser respeitado. Esse Brasil que o Marcio mostra no filme, o Brasil que a Bethânia guarda na voz, o Brasil que conquista essa tolerância é o Brasil que vale a pena”, e continuou “para eu falar desse Brasil que eu quero falar, a Bethânia é a melhor personagem”. Para ele, o filme não é sobre a Bethânia, ou sobre a Mangueira, “é um filme sobre a cultura brasileira”.

Texto de Milena Terra

Foto de Jonathan Menezes


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